A ECONOMIA
A civilização egípcia estava organizada nos moldes do modo de produção asiático. Isso significa que a economia se caracterizava pelo intervencionismo estatal e pelo dirigismo econômico. O Estado, proprietário das terras e dos meios de produção, organizava as grandes obras de irrigação e se apropriava do excedente produzido pelas comunidades camponesas através de tributos pagos com produtos ou com trabalho. A produção artesanal especializada e o comércio exterior eram, também, controlados pelo poder estatal.

A SOCIEDADE
No Egito da Antiguidade, desenvolveu-se uma sociedade de castas, imobilista e estratificada. Nela, de maneira geral, todos os cargos, funções, ofícios e profissões eram transmitidos por hereditariedade. Era também uma sociedade rigidamente hierarquizada e que se estruturava de forma piramidal, tendo no seu topo a casta sacerdotal, a aristocracia guerreira e os funcionários e escribas a serviço do Estado. Esses segmentos da sociedade formavam a elite dirigente e monopolizavam, respectivamente, todas as funções religiosas, militares e administrativas.
A casta sacerdotal e a nobreza guerreira davam sustentação ao poder faraônico e controlavam o aparelho de Estado, apropriando-se, através dele, do excedente econômico produzido pela população que trabalhava nos campos e nas cidades. Era uma imensa massa, formada por camponeses e artífices que estavam submetidos à servidão coletiva. Essa enorme população constituía a base da pirâmide social e vivia em condições, normalmente, bastante precárias. Os escravos, obtidos nas guerras, no comércio ou como tributo que era pago por populações subjugadas podiam representar uma parcela maior ou menor da população, dependendo da época. Viviam em condições variadas, dependendo da sua ocupação.
A POLÍTICA

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