quarta-feira, 26 de abril de 2017

A VIDA COTIDIANA NA GRÉCIA ANTIGA: A Ágora


O Liberalismo Econômico (2)

O Liberalismo Econômico (1)

A VIDA COTIDIANA NA GRÉCIA ANTIGA: A "Pólis" Ateniense


HISTÓRIA DA GRÉCIA ANTIGA

OS LEGISLADORES ATENIENSES

Os legisladores foram magistrados que procuraram resolver a crise que se instalou em Atenas, quando os novos segmentos sociais, enriquecidos com o comércio e o artesanato, passaram a reivindicar o direito de ocupar os cargos e participar das decisões políticas. Eles promoveram reformas que, ainda que fossem conquistas importantes, não chegavam a colocar em risco as estruturas oligárquicas de poder. Em 621 a.C., Drácon, um eupátrida, foi nomeado para elaborar as primeiras leis escritas de Atenas. O código redigido por ele era extremamente rígido nas normas e rigoroso nas penas, de onde provém o adjetivo “draconiano” para algo muito severo. Mesmo assim, a lei escrita e igual para todos representava um avanço extraordinário com relação à lei que antes era oral e monopolizada em favor dos eupátridas. A severidade das leis promulgadas por Drácon e o fato delas não extinguirem totalmente os privilégios dos aristocratas fizeram aumentar o clima de insatisfação e revolta na cidade, que já se encaminhava para uma guerra civil.

    Para restabelecer a paz na cidade, em 594 a.C., foi nomeado Sólon, um comerciante enriquecido de origem aristocrática, com plenos poderes para promover as reformas que fossem necessárias. Sólon aboliu a escravidão por dívidas e eliminou as hipotecas sobre a terra. Limitou a extensão das propriedades e proibiu a exportação do trigo, de modo a minimizar a fome dos mais pobres. Também adotou várias medidas importantes para o desenvolvimento mercantil e manufatureiro e dotou Atenas de um padrão monetário, usando a prata explorada no Láurion. No plano político, Sólon instalou um regime político que pode ser caracterizado como uma “plutocracia” ou uma “timocracia”, ou seja, um sistema de governo em que a participação nos cargos e nas decisões é determinada pela riqueza dos cidadãos. Estes foram divididos em quatro faixas de renda, sendo que os mais ricos podiam ser nomeados arcontes e os integrantes das três primeiras classes podiam ser sorteados para o “Conselho dos Quatrocentos”, a Bule, que passou a exercer funções legislativas. A classe mais pobre, a dos tetes, podia votar na assembléia e participar dos tribunais.

Iluminismo 8 - A Enciclopédia

Iluminismo 7 - Rousseau

PROJETO DO ESTADO ISLÃMICO


Iluminismo 6 - Montesquieu

Iluminismo 5 - Voltaire

terça-feira, 25 de abril de 2017

Iluminismo 4 - Princípios defendidos pelos Iluministas

Iluminismo 3 - Precursores e Características

ORIENTE MÉDIO: Rivalidade Arábia Saudita X Irã


Iluminismo 2 - Influência das Ideias Iluministas

Iluminismo 1 - Contexto Histórico

Iluminismo

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Recursos Energéticos Não Renováveis : Energia Nuclear


       O Urânio  é um minério que concentra grande quantidade de energia, extraída por meio da fissão nuclear induzida. O Urânio pode ser utilizado para obtenção de energia elétrica, propulsão naval, aparelhos hospitalares ou em uso militar como as bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki. Como fonte de energia possui grande vantagem sobre os demais combustíveis fósseis pois, meio kg de urânio produz uma energia equivalente a 10 toneladas de petróleo.
 Mas possui elevados riscos como: 
Acidentes nas usinas nucleares: vazamento ou explosões de reatores contaminando o ambiente e pessoas como  ocorreu  em      Chernobyl/ Ucrânia(1986), Three Mile Island/ EUA(1979),    Yucca Flat/ EUA (1970)    Césio 137/Brasil(1987), Fukushima/Japão (2011) entre outros.

Radiação emitida pelo Lixo nuclear: Os resíduos produzidos emitem radiações que podem prejudicar o meio ambiente e a saúde humana. geralmente são guardados em caixas de aço em áreas subterrâneas ou navegam em navios pelos oceanos.
Uso militar: A capacidade destrutiva de uma bomba nuclear foi comprovada quando os EUA lançaram fizeram uso em Hiroshima e Nagasaki, em 1945. Países como EUA, Rússia, China , Índia, Paquistão entre outros, possuem armamento nuclear. Em 1967 foi assinado um tratado de não proliferação de armas nucleares mas muitos países continuaram desenvolvendo tecnologia que possibilita a fabricação desses armamentos. Questões geopolíticas relacionadas ao arsenal nuclear da Coréia do Norte e do Irã provocam temores e colocam em alerta as potências mundiais com receio de ataques ao Japão e a Israel, aliados dos EUA.


A Maioria dos países utiliza a energia nuclear para fins de produzir energia.. No Brasil possuímos duas usinas em operação: Angra I e Angra II que operam abaixo de sua capacidade e são responsáveis  por menos de 3 %  do total de energia do país.


A CONDIÇÃO DAS MULHERES NOS PAÍSES ÁRABES


A FORMAÇÃO DOS CONTINENTES

Atmosfera : Climas no Mundo


                      O clima é um fenômeno natural que tem grande relevância para a vida e a sobrevivência do ser humano. Atualmente  questões como aquecimento global, poluição atmosférica, condições meteorológicas ( chuva, vento, furacões, granizo...) tem preocupado governos, empresas e a população.
 Para classificar um clima é preciso observar os fatores ( latitude, altitude, correntes marinhas, massas de ar), e os elementos  do clima ( temperatura,pressão atmosférica, ventos...) por longos períodos. Ao estudar o clima percebemos as diferentes temperaturas e a influência que tem na distribuição da flora e da fauna terrestre e dos efeitos sobre o relevo. A  distribuição da população mundial também é afetada pelas condições climáticas. Embora a dinâmica climática seja complexa e natural ela vem sofrendo alterações causadas pelo homem. Em áreas urbanas surgem microclimas, a industria com a produção e propagação de gases alteram a atmosfera causando problemas como Aquecimento Global, Buraco na Camada de Ozônio e o El Niño e La Niña.

A atmosfera  é a camada gasosa que envolve a terra e é formada por camadas e por gases que retém o calor necessário para que a vida pudesse surgir e  evoluir. Ao longo do tempo houveram alterações na dinâmica atmosférica que provocaram mudanças climáticas como as glaciações.





Recursos Energéticos Não renováveis e os impactos ambientais

         
   A queima de combustíveis fósseis como petróleo, carvão e gás natural, usados na produção de eletricidade, nos meios de transporte,aquecimento, refrigeração e processos industriais geram grande quantidade de gases como dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, entre outros. Nos últimos séculos a capacidade humana de transformar a natureza propiciou a produção gigantesca de bens mas também produziu impactos ao meio ambiente que colocam em risco a própria vida humana. Os gases produzidos pela queima de combustíveis fósseis se acumularam na atmosfera  aumentando a retenção de calor e alterando o clima global.Tais alterações são discutidas por cientistas  no Painel Intergovernamental sobre  Mudança Climática ( IPCC) como parte do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) que avalia informações científicas, técnicas e sócio econômicas relevantes para compreensão das mudanças do clima. Essas discussões mostraram a necessidade de mecanismos para diminuição da emissão de gases estufa na atmosfera e o Protocolo de Kioto  ratificado por 178 países ( menos E.U.A responsável por 25% das emissões, entre outros) se constitui num acordo para redução de emissões de CO² adotando metas e mecanismos de compensação através dos créditos de carbono. 
Dentre as ações propostas para evitar as graves consequências do aquecimento global esta a substituição dos combustíveis fosseis por fontes energéticas renováveis e o desenvolvimento de novas tecnologias na geração de energia e na produção. Porém, o mais importante é que as decisões não fiquem restrita aos governos mas envolvam os cidadãos em cada cidade e se desenvolvam ações locais e globais pois o aquecimento global e as mudanças climáticas afeta a todos no planeta. 

ÁREA CONTROLADA PELO ESTADO ISLÂMICO


sábado, 22 de abril de 2017

O DESCOBRIMENTO DO BRASIL

   A longa epopeia que levou os portugueses às Índias e ao descobrimento do Brasil teve início com a tomada de Ceuta, em 1415. Era um rico entreposto comercial, situado no Marrocos, onde desembocavam importantes rotas comerciais de produtos como seda, especiarias, e também de escravos. Além disso, a conquista da cidade permitia, pela sua localização estratégica, o controle político-militar de Gibraltar e maior segurança frente aos piratas. A burguesia e a nobreza portuguesas estabeleceram como objetivo, a partir de então, alcançar o Cabo Bojador, para chegar à região da Guiné.

   O expansionismo português ganhou novo estímulo quando bulas papais autorizaram a aplicação dos fundos da Ordem de Cristo dirigida por D. Henrique, nas expedições que, por volta de 1425, atingiam as Ilhas da Madeira e dos Açores. Em 1434, Gil Eanes avistava o Bojador e, um ano depois, as naus portuguesas chegavam à costa da Guiné. Uma década depois, Nuno Tristão descobriu o arquipélago de Arguim, que logo se tornaria a principal base portuguesa para o comércio e o tráfico de escravos com a África Negra.

   Em 1481, Dom João II subiu ao trono português e deu novo impulso ao projeto expansionista luso. A essa altura, Portugal já acalentava a ideia de encontrar, ao sul da África, a passagem que levaria para as Índias e às regiões onde eram produzidas as preciosas especiarias. A partir desse momento, a coroa passou a monopolizar a expansão ultramarina e o rei assumiu, de vez, o papel de seu grande empreendedor. O Estado passou a dirigir diretamente o tráfico, o comércio e os domínios coloniais, centralizando as funções militares, administrativas e mercantis.

   Depois de ultrapassar a região do Congo, as expedições portuguesas atingiram com Bartolomeu Dias, em 1487, o Cabo das Tormentas, que foi rebatizado como o Cabo da Boa Esperança. Finalmente, estava aberto o caminho marítimo para as Índias. Em 1498, três navios comandados por Vasco da Gama contornavam o continente e, depois de atravessar o Oceano Índico, chegavam à Calicute. As drogas e especiarias orientais estavam ao alcance direto da burguesia portuguesa, que assim rompia o monopólio ítalo-muçulmano do comércio com o Oriente.

   Em 1499, Dom Manuel I mandou armar uma nova esquadra que deveria ser enviada à Índia. Seu comandante, Pedro Álvares Cabral, também tinha instruções para tomar posse de terras localizadas no sul do Atlântico. Depois de uma primeira divisão, estabelecida pela bula Inter Coetera do papa Alexandre VI, Portugal e a Espanha definiram, pelo Tratado de Tordesilhas (1494), uma linha que passava a 370 léguas a oeste das Ilhas do Cabo Verde como limite entre suas novas possessões. As terras a leste da linha seriam portuguesas, e as terras a oeste seriam espanholas. A Espanha havia financiado a expedição de Colombo, que chegou à América, em 1492.

   A expedição de Cabral, com 13 navios e 1.200 homens, partiu no dia 9 de março. Depois de passar as ilhas do Cabo Verde, a esquadra mudou de rumo e avistou o litoral brasileiro no dia 22 de abril. Em seguida, os navios fundearam e, nos dias seguintes, foram travados os primeiros contatos com a população indígena. Depois de rezar a primeira missa em Porto Seguro, na Bahia, a expedição zarpou para a Índia, retomando a rota que a expedição de Vasco da Gama havia inaugurado. O Brasil, inicialmente, seria somente um ponto estratégico na rota portuguesa para o Oriente. Somente a partir de 1530 Portugal tomaria medidas para, efetivamente, colonizar o Brasil. 


GUERRA CIVIL NA SÍRIA: Controle do território


BRASIL COLÔNIA: As Capitanias Hereditárias

   Para promover a colonização da nova terra sem custos para a coroa, que a esta altura se encontrava exaurida e sem recursos, foi adotado, em 1534, um sistema de Capitanias Hereditárias. O sistema havia sido adotado com relativo êxito na ocupação das Ilhas de Açores e da Madeira. Os gastos e os riscos da colonização eram transferidos para particulares, em troca da possibilidade de usufruir da riqueza e das rendas obtidas nas terras que recebiam. Assim, a colônia foi dividida em 15 lotes (eram 14 capitanias), que foram distribuídas a 12 donatários escolhidos, principalmente, entre os membros da pequena ou média nobreza lusa.

   Dois documentos principais regulamentavam a concessão e as obrigações dos donatários:

A Carta de Doação: Concedia aos donatários uma propriedade com 10 a 100 léguas, medidas pelo litoral, isenta de qualquer tipo de tributo, com exceção do dízimo. Ao donatário pertenciam, também, as salinas, os engenhos, etc. O donatário tinha que ser “homem bom” (cristão) e, ao tomar posse, recebia o título de capitão. A concessão da capitania e as obrigações que se estabeleciam tinham um caráter hereditário e sua posse era intransferível.

Carta Foral: Estabelecia os direitos e os deveres dos donatários. Eles podiam fundar vilas, arrecadar impostos, nomear funcionários. Podiam, também, escravizar certo número de índios e doar sesmarias (lotes de terra) para colonos. Estabelecia ainda, que a renda obtida pelos produtos da terra pertencia ao donatário, enquanto os produtos da floresta, do mar e do subsolo caberiam à Coroa. Por outro lado, as principais obrigações do donatário eram a defesa da capitania e o pagamento dos dízimos.


    De maneira geral, no entanto, como modelo colonizador, o sistema de capitanias foi um fracasso. Vários donatários nem chegaram a tomar posse e outros acabaram desistindo pela falta de recursos e por outras dificuldades encontradas. As capitanias eram muito extensas e também muito distantes da metrópole e, mesmo entre elas, a comunicação era difícil. A resistência e a hostilidade dos índios, em algumas regiões, impediram a permanência dos colonos. Apenas duas capitanias de fato se firmaram: São Vicente, que pertencia a Martim Afonso de Souza e Pernambuco, cujo donatário, Duarte de Coelho, fez grande investimento e foi recompensado pela produção de açúcar.


   Como um modelo administrativo para a colônia, o sistema de capitanias também se mostrou inviável, pela sua excessiva descentralização. Além disso, a constante ameaça de corsários franceses, que periodicamente atacavam os povoamentos do litoral para saquear o que pudessem, exigia um sistema de defesa permanente para o litoral da colônia. Não tendo mais como recuar no seu projeto colonial, a Coroa decidiu criar, em 1548, um governo-geral que centralizaria em suas mãos as funções de defesa, exploração e administração da colônia. Para sua instalação, a Coroa retomou a Capitania da Bahia. As capitanias, entretanto, só foram definitivamente abolidas em meados do século XVIII.

HISTÓRIA DE ROMA E SEU IMPÉRIO

PAÍSES ENVOLVIDOS NA GUERRA DA SÍRIA


sexta-feira, 21 de abril de 2017

DIVISÃO RELIGIOSA AGRAVA CONFLITO NA SÍRIA


IMAGENS DO SÉCULO XX: Stalingrado - 1942


BRASIL COLÔNIA: O início da colonização

   Foi somente a partir de 1530, quando a coroa enviou a primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Souza, que Portugal passou a realizar um esforço para colonizar, efetivamente, o Brasil. Eram cinco navios com 400 homens, além de animais e plantas para cultivo. Depois de percorrer toda a costa, inclusive enfrentando navios franceses, mandou construir um forte na altura do Rio de Janeiro. Em 1532, Martim Afonso de Souza fundou, no litoral de São Paulo, a Vila de São Vicente, primeiro núcleo de povoamento português em terras brasileiras. Perto dali, foi instalado, pouco tempo depois, um engenho de açúcar, que foi a primeira riqueza efetivamente produzida na colônia.



   Apesar da falta de recursos e das dificuldades impostas para garantir a posse de uma enorme extensão de litoral, três fatores levaram Portugal a desenvolver, a partir dessa época, um esforço colonizatório, propriamente dito, para consolidar seu domínio sobre o Brasil. São eles:

Decadência do comércio com as Índias – Os lucros no comércio com o Oriente diminuíram muito por causa da concorrência promovida pelos holandeses, franceses e ingleses e alem disto, manter feitorias fortificadas era bastante oneroso para os cofres da coroa.

Presença dos franceses – A presença cada vez mais frequente de navios franceses no litoral brasileiro e seu contato intenso com as populações indígenas passaram a ameaçar o domínio da terra por parte de Portugal.


Descoberta de ouro na América Espanhola – A notícia da descoberta de ouro nas terras espanholas da América (com os astecas) fez a coroa portuguesa considerar a possibilidade de encontrar metais preciosos nas suas possessões americanas.

Presença militar russa na Síria


A TERRA VISTA DO ESPAÇO

GUERRA CIVIL NA SÍRIA - Refugiados nos países vizinhos


EXPLOSÕES NUCLEARES DESDE 1945

HISTÓRIA DO MUNDO

HISTÓRIA DA POPULAÇÃO MUNDIAL

Geografia da População: Estrutura, dinâmica e características demográficas

           Segundo a ONU já somos mais de  7 bilhões de pessoas no mundo e estima-se que até 2050 seremos 9 bilhões. A população do planeta cresceu intensamente nos últimos 200 anos. Discutir a realidade dos povos nos seus aspectos demográficos (Demografia: estudo das populações que analisa a variação dos totais populacionais, a  estrutura etária e de gênero, a natalidade, as migrações recorrendo a cálculos matemáticos e estatísticos e pesquisas diversas...), nos seus aspectos socioeconômicos, políticos e culturais é extremamente importante. Para melhor compreender a dinâmica populacional é necessário conhecer diversos tipos de conceitos e indicadores, tais como:  população absoluta e relativa; taxas de natalidade, mortalidade; crescimento vegetativo, taxas de fecundidade, expectativa de vida; IDH, índice de Gini, entre outros. Normalmente começamos o estudo da população nos perguntando quantos somos? Como está distribuída a população mundial, como é o crescimento da população do país e do mundo?
A população humana teve um lento crescimento na Idade Antiga, um pequeno aumento na Idade Média e uma explosão demográfica no século XX. E as projeções e teorias do crescimento populacional são as mais variadas e polêmicas.



A distribuição da população mundial ocorre de forma desigual, havendo grande diferença no contingente populacional dos continentes.(dados  2013):

https://t.dynad.net/pc/?dc=5550003218;ord=1492780987064África: 1,111 bilhão de habitantes
América: 953,7 milhões de habitantes
Ásia:  4,427 bilhões de habitantes
Europa: 742,5 milhões de habitantes
Oceania:  40 milhões de habitantes

O  ranking dos dez países mais populosos:

1° - China (Ásia): 1.357.380.000 habitantes.
2° - Índia (Ásia): 1.252.139.596 habitantes
3° - Estados Unidos (América): 316.128.839 habitantes
4° - Indonésia (Ásia): 249.865.631 habitantes
5° - Brasil (América): 202.409.273 habitantes
6° - Paquistão(Ásia): 182.142.594 habitantes
7° - Bangladesh (Ásia): 156.594.962 habitantes
8° - Nigéria (África): 173.615.345 habitantes
9° - Rússia(Europa): 143.499.861 habitantes
10°-Japão (Ásia): 127.338.621 habitantes



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Islamismo: Xiitas e Sunitas nos Países do Oriente Médio


IMAGENS DO SÉCULO XXI: Mar Mediterrâneo - 2016


IMAGENS DO SÉCULO XX: Paris - 1968


IMAGENS DO SÉCULO XXI: As curdas que enfrentam o Estado Islâmico - 2016


GUERRA CIVIL NA SÍRIA: Forças em Conflito


OS CURDOS ENFRENTAM O ESTADO ISLÂMICO


A VIDA COTIDIANA NA MESOPOTÂMIA


A CIVILIZAÇÃO JAPONESA

   O povo japonês desenvolveu uma cultura que foi tributária de outras civilizações orientais, especialmente da China. Quase todo o território do país, um arquipélago vulcânico, é coberto por montanhas e florestas e o país está sujeito a terremotos e furacões. Esse quadro natural hostil e a pouca disponibilidade de terra para a agricultura contribuíram para moldar o caráter do povo japonês, guerreiro e determinado. A China influenciou bastante os primitivos agricultores e pescadores que viviam no arquipélago. O próprio nome Japão tem origem chinesa e quer dizer Sol Nascente. O cultivo do arroz, o uso da escrita e muitas outras técnicas foram assimilados dos chineses. Por volta de 600 a.C. também foi transmitida a arte de fundir o ferro e até mesmo a religião budista, que predominaria entre os nipônicos, chegou ao Japão através do “Império do Meio”.



   Às comunidades aldeãs, organizadas em clãs que cultuavam um ancestral comum, foi se sobrepondo, gradativamente, um governo imperial baseado na autoridade militar e religiosa. Os clãs viviam em permanente estado de guerra, disputando o poder político em nível local. A partir da formação do império, essa disputa se ampliou em escala nacional e levou à formação de alianças e rivalidades entre os chefes guerreiros das famílias mais poderosas, os daimio. Efetivamente, o poder era exercido pelo xogum, chefe militar supremo que deveria ser nomeado pelo imperador. Este, na prática, personificava simbolicamente a autoridade e intermediava a relação com os ancestrais e os deuses protetores da nação. A belicosidade constante que marcava a sociedade valorizou extremamente a casta dos guerreiros, os samurais, que seguiam um rígido código de honra baseado em valores supremos de disciplina, coragem e lealdade aos seus superiores. Também eram valorizados, na sociedade japonesa, os letrados, que ocupavam cargos ou funções administrativas de importância menor.

CIVILIZAÇÕES MESOPOTÂMICAS - Evolução Histórica

   Os sumérios, provavelmente vindos da Ásia Central, fixaram-se na Baixa Mesopotâmia no IV milênio a.C. Desenvolveram a agricultura e o pastoreio às margens do Tigre e do Eufrates, onde foram surgindo numerosas aldeias. O comércio que se desenvolveu, com a produção de excedentes na agricultura e no artesanato, transformou essas aldeias, séculos depois, nas primeiras cidades. Com a chamada “Revolução Urbana”, ocorrida por volta de 3.200 a.C., ocorria o surgimento da civilização. A escassez de minerais, pedras e madeira logo estimulou as trocas com povos de regiões mais distantes.

   As cidades cresciam, normalmente, ao redor de um templo que era considerado o centro econômico, político e religioso da comunidade. Os templos, quase sempre administrados por uma corporação de sacerdotes, controlavam a maior parte das terras e dos rebanhos. Distribuíam lotes e sementes para os camponeses, organizavam a produção e as obras de irrigação, armazenavam as colheitas e faziam a distribuição de alimentos e materiais de acordo com as necessidades da comunidade. Os camponeses e artesãos utilizavam, inicialmente, instrumentos muito rudimentares de madeira e pedra. O cobre teve seu uso difundido na mesopotâmia no II milênio a.C.


  As “cidades-templos” ou “cidades-estados” sumérias tinham total autonomia econômica, política e religiosa e não estavam submetidas a nenhum tipo de poder central. Eram cidades independentes governadas por um soberano chamado patesi ou lugal, que acumulava a autoridade política, militar e religiosa. Com o tempo, essa função se tornou hereditária e esses reis, que representavam o deus da cidade, fundaram as primeiras dinastias governantes. As cidades-estado sumérias mais importantes foram Ur, Kish, Lagash, Uruk, Eridu e Umma. Durante séculos, elas travaram uma acirrada disputa pela hegemonia na região, mas nunca conseguiram uma unidade política permanente. A rivalidade e o constante conflito entre elas acabaram por enfraquecê-las, abrindo caminho para o domínio dos acádios, povo oriundo do deserto da Arábia.

   Os acádios, povo nômade pastoril de origem semita, foram se instalando, gradualmente, na altura do curso médio do rio Tigre. Fundaram várias cidades, das quais a mais importante foi Acad, a sua capital. Em 2.340 a.C., sob o governo de Sargão I, os acádios estenderam seus domínios e submeteram as cidades sumérias, fundando o primeiro reino centralizado na Mesopotâmia. O império acádio foi destruído pela invasão dos gútios, povo nômade vindo das montanhas da Armênia que avançou na região, em 2.180 a.C. Depois da expulsão dos gútios, a cidade de Ur conseguiu impor sua supremacia no sul da Mesopotâmia e a civilização dos sumérios viveu um período de brilho e desenvolvimento que só terminou com a chegada dos elamitas, que conquistaram a região por volta de 2.000 a.C.

   Nessa época, os amoritas (povo semita originário do deserto da Arábia) começavam a se fixar mais ao norte, no centro da Mesopotâmia. Sua cidade mais importante, a Babilônia, foi se transformando num grande centro comercial, principalmente por sua posição privilegiada. Os amoritas foram estendendo a sua dominação por toda a Mesopotâmia e fundaram o que  se tornou conhecido como I Império Babilônico. O apogeu desse império se deu sob o governo de Hamurábi, cerca de 1750 a.C., que se tornou célebre por suas conquistas militares e pelo código de leis que promulgou. Depois de sua morte, o grande império babilônico entrou em decadência até ser destruído pela onda invasora dos hititas e dos cassitas, vindos do norte.

   Entre 1.300-700 a.C. a região foi marcada pela expansão do Império Assírio. Esse povo guerreiro, vindo do planalto de Assur, teve o primeiro exército permanente e organizado de que se tem notícia. Os reis Tiglatpileser III, Sargão II e Senaqueribe estenderam os domínios assírios por todo o Oriente Médio, mantinham sua dominação através de uma política de terror e violência com os povos subjugados. O reinado de Assurbanipal (669-631 a.C.) assinalou o momento de máximo poderio dos assírios. A partir daí, seu império foi se desintegrando devido às constantes rebeliões das populações dominadas. Uma aliança entre os caldeus e os persas levou a destruição de Níneve, a capital dos assírios, em 612 a.C.

   Os caldeus são também conhecidos como neobabilônios por terem construído um II Império Babilônico. Nabucodonossor, seu maior soberano, realizou grandes obras, como os Jardins Suspensos, e estendeu o domínio babilônico por toda a região do Oriente Médio. Depois de anexar a Palestina, escravizou os judeus que viveram, então, o “cativeiro babilônico”. Eles foram libertados em 539 a.C., quando os persas conquistaram a Mesopotâmia. Depois de Nabucodonossor, o império caldeu entrara em decadência, o que facilitou o domínio persa.  

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Imagens do Século XX: Cuba (1953) - Fracasso do ataque ao quartel Moncada - Fidel e revolucionários são presos


A CIVILIZAÇÃO INCA

   Os incas, estabelecidos inicialmente no Altiplano Andino, se deslocaram para a região de Cuzco, no século XII. À época da chegada dos espanhóis, seu domínio estendia-se pelos atuais Peru, Bolívia e Equador. No império inca teriam vivido mais de 10 milhões de indivíduos. Da mesma forma que as civilizações asteca e maia, os incas constituíram um império teocrático de regadio, onde o poder político e religioso estava concentrado nas mãos do Inca, imperador sagrado. O Estado, representado pelo Inca, organizava os grandes canais de irrigação, utilizados na agricultura intensiva. De todas as civilizações pré-coloniais, foi a que apresentou o sistema político, social e religioso mais estruturado e coerente. A fortaleza dos incas abrigava uma comunidade capaz, graças às suas culturas em terraço, de viver sem contato com o exterior. Nas ruínas de Machu-Picchu foi identificado o palácio da aristocracia e localizados os bairros dos artesão e do povo, o que prova a existência da divisão em castas sociais rigidamente estruturadas.

   A casta dominante era a nobreza hereditária formada pelas velhas linhagens incas e pelos chefes dos povos dominados. A função desta casta era exercer os papeis sociais de sacerdotes, altos funcionários administrativos e chefes guerreiros. Numa posição hierárquica inferior vinha a baixa nobreza, cuja função não era hereditária, formada de militares, sacerdotes menores, burocratas do Estado e chefes de aldeias (os curacas). Abaixo desta, estava situada uma casta composta de trabalhadores urbanos (artesãos, médicos, comerciantes e funcionários) e, por fim, os camponeses, que vivam nos Ayllus, comunidades aldeãs locais, que tinham por base o grupo de parentesco. As terras dos ayllus pertenciam, nominalmente, ao Inca (Estado) mas eram utilizadas pelas comunidades. Elas eram divididas em três partes: a do Inca, a da Igreja e a do ayllu.


   As terras do Estado eram cultivadas pelos camponeses, em regime de trabalho compulsório. A produção dessa terra visava alimentar a nobreza, os trabalhadores urbanos, o exército e os que não tivessem condições de subsistência. As terras da Igreja sustentavam o clero e as terras dos ayllus, os camponeses. O Estado inca era altamente centralizado e sua função era captar o excedente econômico e organizar a construção das grandes obras públicas, como estradas e canais de irrigação necessários à agricultura de regadio. Além da tecelagem e da cerâmica, o império inca havia desenvolvido a arquitetura e escultura em pedra, mas ignorava a escrita e a roda. Assim, continua sendo um mistério a construção, com blocos de pedra bem talhados, da cidade de Machu-Picchu, a mais de 2.000m de altura.

Recursos Energéticos Não Renováveis - Carvão Mineral

     O Carvão Mineral foi a fonte de energia básica da primeira Revolução industrial ocorrida na  Grã-Bretanha no século XVIII . É considerado uma das fontes mais poluidoras e mais utilizadas na atualidade perdendo apenas para o petróleo. Utilizado como fonte de calor em termelétricas, encontramos grandes jazidas em regiões da Ásia, da Europa e da América do Norte. China, E.U.A , Índia, Austrália, Rússia ... estão entre os maiores produtores de carvão. No Brasil o carvão mineral representa apenas 1.5 % da matriz energética e nossas reservas situam-se na região sul, tendo o Rio Grande do Sul 89 % das reservas nacionais.
Do ponto de vista geológico o carvão corresponde a uma rocha  que possui alto conteúdo de carbono e que foram formados pela sedimentação e decomposição de organismos vegetais soterrados a milhões de anos. Quanto ao poder calorífico o carvão se divide em quatro tipos diferentes:
Antracito - Formado na Era Paleozoica, é o mais raro, possuindo entre 90 % a 96 % de carbono;
Hulha      - Formada na Era Paleozoica, é mais abundante e mais consumido, possuindo um teor de carbono entre 75 % a 95 %;
Linhita    - Formada na Era Mesozoica, apresenta teor de carbono entre 65 % a 75% ;
Turfa      - formado na Era Cenozoica, possui cerca de 55 % de carbono  



      Além dos problemas ambientais causados pela queima do carvão ao liberar para a atmosfera o enxofre e o dióxido de carbono a atividade de mineração causa problemas na saúde dos trabalhadores das minas e acidentes que tem tirado a vida de muitos mineradores.

Recursos Energéticos Não Renováveis - Gás Natural

   O Gás natural é uma fonte energética primária não renovável e sua utilização vem sendo estimulada em diversos países como alternativa para aquecimento de caldeiras das usinas termoelétricas para produzir energia elétrica. A Federação Russa e os E.U.A são os maiores produtores detendo 40% da produção mundial.
Considerado, por alguns,  uma fonte de energia limpa ( mais leve que o ar e dissipa-se facilmente na atmosfera) o gás natural degrada menos o meio ambiente pois diminui a emissão de enxofre, não gera cinzas e nem detritos poluentes. Entretanto cientistas tem denunciado que no processo de produção ocorreriam vazamentos que liberariam metano para atmosfera contribuindo para o aquecimento global. No Brasil descobriu-se recentemente grandes reservas de gás e foram foram mantidos os acordos para a importação do gás boliviano feitos durante a crise energética, nos governos FHC, quando a Petrobrás investiu em refinarias na Bolívia. Posteriormente, com a chegada de Evo Morales ao poder o país nacionalizou a exploração do gás gerando problemas diplomáticos que foram superados por acordos entre os países. 



Recursos Energéticos Não Renováveis - Gás Natural reservas provadas

Reservas de Gás natural comprovadas

Country NameGás natural - reservas provadas (metros cúbicos)Year of Estimate
Rússia47,799,999,660,0322013
Irã33,610,000,236,5442013
Catar25,199,999,188,9922013
Turquemenistão17,500,000,485,3762013
Estados Unidos9,458,999,623,6802012
Arábia Saudita8,149,999,812,6082013
Emiratos Árabes Unidos6,089,000,091,6482013
Venezuela5,524,000,079,8722013
Nigéria5,153,000,259,5842013
Argélia4,503,999,873,0242013
Iraque3,158,000,009,2162013
China3,100,000,124,9282013
Indonésia3,069,000,024,0642013
Cazaquistão2,406,999,916,5442013
Malásia2,350,000,111,6162013
Egito2,185,999,941,6322013
Noruega2,070,000,041,9842013
Canadá1,929,999,941,6322013
Usbequistão1,840,999,956,4802013
Kuwait1,797,999,951,8722013
Líbia1,546,999,955,4562013
Índia1,241,000,050,6882013
Austrália1,219,000,008,7042013
Ucrânia1,104,000,057,3442013
Países Baixos1,089,999,994,8802013
Chade999,500,021,7602012
Azerbaijão991,100,010,4962013
Omã849,499,979,7762013
Vietname699,399,995,3922013
Paquistão679,599,996,9282013
México487,700,004,8642013
Iémen478,499,995,6482013
Brasil395,499,995,1362013
Brunei390,800,015,3602013
Trindade e Tobago375,400,005,6322013
Angola366,000,013,3122013
Peru359,599,996,9282013
Argentina332,500,008,9602013
Tailândia284,899,999,7442013
Birmânia283,199,995,9042013
Bolívia281,499,992,0642013
Israel268,499,992,5762013
Reino Unido243,999,997,9522013
Síria240,699,998,2082013
Timor Leste199,999,995,9042006
Bangladeche183,699,996,6722013
Colômbia169,899,999,2322013
Papua-Nova Guiné155,300,003,8402013
Camarões135,099,998,2082013
Moçambique127,400,001,5362013
Alemanha124,999,999,4882013
Roménia105,500,000,2562013
Filipinas98,540,003,3282013
Chile97,970,003,9682013
Barém92,030,001,1522013
Polónia92,000,002,0482013
Congo-Brazzaville90,609,999,8722013
Cuba70,789,996,5442013
Tunísia65,130,000,3842013
Itália62,350,000,1282013
Namíbia62,290,001,9202013
Ruanda56,630,001,6642013
Afeganistão49,550,000,1282013
Sérvia48,140,001,2802013
Dinamarca42,979,999,7442013
Guiné Equatorial36,809,998,3362013
Nova Zelândia29,419,999,2322013
Mauritânia28,320,000,0002013
Costa do Marfim28,320,000,0002013
Gabão28,320,000,0002013
Etiópia24,920,000,5122013
Croácia24,920,000,5122013
Gana22,649,999,3602013
Sudão21,240,000,5122013
Japão20,899,999,7442013
África do Sul16,000,000,0002012
Uganda14,160,000,0002013
Eslováquia14,160,000,0002013
Áustria10,819,999,7442013
França10,700,000,2562013
Irlanda9,911,000,0642013
Geórgia8,495,000,0642013
Hungria8,097,999,8722013
Equador6,993,999,8722013
Tanzânia6,512,999,9362013
Taiwan6,229,000,1922013
Turquia6,173,000,1922013
Jordânia6,031,000,0642013
Quirguizistão5,663,000,0642013
Bulgária5,663,000,0642013
Somália5,663,000,0642013
Tajiquistão5,663,000,0642013
Coreia do Sul5,269,000,1922013
Guatemala2,960,000,0002006
Bielorrússia2,832,000,0002013
Espanha2,548,000,0002013
Madagáscar2,010,000,0002012
República Checa1,922,000,0002013
Marrocos1,444,000,0002013
Benim1,132,999,9362013
Congo-Kinshasa991,100,0322013
Grécia991,100,0322013
Albânia849,500,0322013
Barbados113,300,0002013

Recursos Energéticos Não Renováveis: Petróleo - Produção por países/mundo




Esta é uma lista de países pela produção de petróleo.[1]
País Produção (Barril/dia) Posição %
no mundo
Data da
informação
Mundo 84,820,000[2] 100%
1  Estados Unidos 11,640,000 13.28% 2015
2  Arábia Saudita (OPEP) 10,192,000 12.26% 2015
3  Rússia 10,000,000 12.65% 2015
4  Canadá 4,300,000 3.90% 2015
5  China 4,240,000 4.56% 2015
6  Iraque (OPEP) 3,505,000 3.75% 2015
7  Irã (OPEP) 3,151,600 4.77% 2016
8  Kuwait (OPEP) 3,120,000 3.16% 2015
9  Emirados Árabes Unidos (OPEP) 2,988,000 3.56% 2015
10  México 2,780,000 3.32% 2015
11  Venezuela (OPEP) 2,650,000 3.56% 2016
12  Brasil 2,500,000 3.05% 2016
13  Noruega 1,998,000 2.79% 2015
14  Angola (OPEP) 1,767,000 2.96% 2015
15  Nigéria 1,748,000 2.31% 2015
16  Cazaquistão 1,635,000 1.83% 2013 est.
17  Argélia (OPEP) 1,157,000 2.52% 2013 est.
18  Reino Unido 1,099,000 1.78% 2011 est.
19  Colombia 1,011,992 0.97% 2013 est.
20  Azerbaijão 987,000 1.20% 2011 est.
21  India 897,300 1.04% 2013 est.
22  Oman 890,500 0.95% 2013 est.
23  Argentina 796,300 0.93% 2013 est.
24  Malásia 693,700 0.82% 2013 est.
25  Indonesia 690,100 1.66% 2015
26  Egito 680,500 0.80% 2013 est.
27  Qatar (OPEP) 656,000 1.44% 2013 est.
28  Australia 589,200 0.70% 2013 est.
29  Equador (OPEP) 543,100 0.58% 2016 est.
30  Líbia (OPEP) 403,900 0.85% 2015
31  Síria 400,400 0.48% 2013 est.
32  Tailândia 380,000 0.45% 2013 est.
33  Guiné Equatorial 346,000 0.41% 2013 est.
34  Vietname 300,600 0.36% 2013 est.
35  Iémen 288,400 0.34% 2013
36  República da China 276,800 0.33% 2009
37  República do Congo 274,400 0.33% 2009
38  Dinamarca 262,100 0.31% 2009
39  Gabão 241,700 0.29% 2009
40  Turquemenistão 197,700 0.22% 2009
41  África do Sul 191,000 0.22% 2009
42  Alemanha 156,800 0.19% 2009
43  Trinidad e Tobago 151,600 0.18% 2009
44  Peru 148,000 0.17% 2009
45  Itália 146,500 0.17% 2009
46  Brunei 146,000 0.17% 2009
47  Japão 132,700 0.16% 2009
48  Roménia 117,000 0.14% 2009
49  Chade 115,000 0.13% 2009
50  Sudão 111,700 0.13% 2009
51  Ucrânia 99,930 0.12% 2009
52  Timor-Leste 96,270 0.11% 2009
53  Tunisia 91,380 0.11% 2009
54  Camarões 77,310 0.09% 2009
55  Uzbequistão 70,910 0.08% 2013
56  França 70,820 0.08% 2013
57  Nova Zelândia 61,150 0.07% 2013
58  North Korea 59,190 0.07% 2013
59  Paquistão 59,140 0.07% 2013
60  Costa do Marfim 58,950 0.07% 2013
61  Países Baixos 57,190 0.07% 2013
62  Turquia 52,980 0.06% 2013
63  Bahrain 48,560 0.06% 2013
64  Cuba 48,340 0.06% 2013
65  Coreia do Sul 48,180 0.06% 2010
66  Bolivia 47,050 0.06% 2010
67  Papua-Nova Guiné 35,090 0.04% 2009
68  Polónia 34,140 0.04% 2009
69  Bielorrússia 31,400 0.04% 2009
70  Espanha 27,230 0.03% 2009
71  Croácia 23,960 0.03% 2009
72  Austria 21,880 0.03% 2009
73  Hungria 21,430 0.03% 2010
74  Myanmar 18,880 0.02% 2009
75  Ilhas Virgens Americanas 16,870 0.02% 2009
76  Mauritania 16,510 0.02% 2009
77  República Democrática do Congo 16,360 0.02% 2009
78  Guatemala 13,530 0.02% 2009
79  Filipinas 12,000 0.02% 2013 est.[3]
80  Sérvia 11,400 0.01% 2010
81  Bélgica 11,220 0.01% 2009
82  República Checa 10,970 0.01% 2009
83  Singapura 10,910 0.01% 2009
84  Chile 10,850 0.01% 2009
85  Finlândia 8,718 0.01% 2009
86  Estonia 7,600 0.01% 2009
87  Gana 7,081 0.01% 2009
88  Grécia 6,779 0.01% 2009
89  Lituânia 6,333 0.01% 2009
90  Bangladesh 5,733 0.01% 2009
91  Albânia 5,400 0.01% 2009
92  Mongólia 5,100 0.01% 2009
93  Suécia 4,833 0.01% 2009
94  Portugal 4,721 0.01% 2009
95  Eslováquia 4,114 0.00% 2013
96  Marrocos 4,053 0.00% 2013
97  Belize 3,990 0.00% 2013
98  Israel 3,806 0.00% 2013
99  Bulgária 3,227 0.00% 2013
100  Aruba 2,235 0.00% 2013