Presença militar dos EUA e movimentos de resistência na América Latina

       A presença externa de tropas norte americanas começa no século XIX, nas Américas e no Pacífico. No século XX, as duas guerras mundiais ampliam essa presença com a instalação de bases  na Europa e na Ásia. Após os atentados de 11 de setembro, os EUA ampliam e consolidam sua presença militar no Oriente médio e na Ásia Central contabilizando forças militares em mais de 60 países.
     Com o fim da Guerra Fria os gastos militares e as despesas publicas que impulsionam a importante indústria armamentista norte americana diminuíram e após os atentados de 2001 voltaram a crescer elevando o déficit orçamentário. 
Com a formação da União Europeia e a maior participação dos países emergentes  no comércio internacional faz com que os EUA voltem suas preocupações para  a América Latina onde , em diversos países, chegaram ao poder governos democráticos e populares aumentando a resistência a presença norte americana. A necessidade de controlar recursos estratégicos faz com que o governo norte americano aumente sua presença, não somente militar, mas principalmente política, desestabilizando governos democraticamente eleitos, através da propaganda e do financiamento de instabilidade política gerando movimentos de resistência popular (MST, Zapatista, Farc, Bolivariano,...) em defesa da soberania desses povos.

 

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